Desde fevereiro de 2019, quando depôs na Corte Interamericana de Direitos Humanos – IDH,
a professora paraguaia Cristina Arrom Suhurt vem sofrendo perseguição política por parte do
Estado. Docente da Faculdade de Ciências Sociais (SIFACO) do Paraguai, Cristina tornou-se
alvo de repressão após ser testemunha no caso do desaparecimento de seu irmão, Juan
Arrom, e Anuncio Martí. Na ocasião, forneceu informações sobre a participação de agentes
estatais no sumiço e na prática de tortura.

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