O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) possibilitou que o inventariante, nomeado por escritura pública em inventário extrajudicial, saque valores existentes em contas correntes e aplicações financeiras em nome do falecido, independentemente da lavratura da escritura final do inventario. Tal modificação  agiliza a transferência de patrimônio, pois antes, para os herdeiros fazerem uso de valores para pagamento das custas ou tributos do inventário, precisariam de alvará a ser obtido necessariamente pela via judicial.

Se você estiver em uma situação dessas, para saber exatamente como agir, consulte um advogado da sua confiança.